Mas finge que é real: que sente Cúrio, os dois Cipiões, de Camilo os manes, ou Fabrício, De Cremera a legião, jovens mortos em Canas Tantas almas das guerras, sempre que lhes chegam Vultos assim? Desejam purga, se houver No enxofre com pinheiro e no úmido loureiro. sed tu uera puta: Curius quid sentit et ambo Scipiadae, quid Fabricius manesque Camilli, quid Cremerae legio et Cannis consumpta iuuentus, 155 tot bellorum animae, quotiens hinc talis ad illos umbra uenit? cuperent lustrari, si qua darentur sulpura cum taedis et si foret umida laurus. Tendo afirmado que ninguém acredita mais nas narrativas sobre o pós-morte da religião romana, Juvenal pede um exercício de imaginação: faz de conta que são histórias reais e os mortos do passado ainda estão em sombras em algum lugar. A partir disso, começa a invocação dos ancestrais: os nomes arrolados (Cúrios, Cipiões, Fabrício, Camilo, os membros da família Fábia mortos em Cremera, os soldados massacrados na batalha de Canas, durante as...